domingo, 6 de setembro de 2009

Diferenças e semelhanças


Qualquer semelhança é pura coincidência!
O PS julga que somos todos parvos, mas já não estamos no tempo do Sadam Hussein!

sábado, 5 de setembro de 2009

Vergonha

Os socialistas não se têm cansado de comparar o caso da suspensão de Manuela Moura Guedes o do prof. Marcelo ocorrido quando Santana Lopes era 1º ministro. Há no entanto algumas diferenças importantes, por exemplo as reacções contrárias que houve no PSD, de Cavaco Silva a Pacheco Pereira. E agora? Ou estão calados como ratos ou acorreram em defesa do "chefe" utilizando os argumentos mais ridículos, julgando que os portugueses são todos burros! Onde é que pára Manuel Alegre?
Outra "originalidade" do caso é o facto de da decisão de suspensão ter sido tomada em Madrid, à revelia das nossas leis, por um grupo empresarial, cujas as ligações à maçonaria, socialismo são conhecidas, assim como o "hábito" de interferir nos conteúdos dos orgãos de informação que detém.
Concluindo, os socialistas não têm vergonha nenhuma e a sua continuação no poder só pode levar o País ao desastre!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Tiro no pé?

O caso da suspensão da emissão do Jornal Nacional apresentado por Manuela Moura Guedes é apenas mais uma amostra da maneira socialista de deitar abaixo o que lhe resiste. A forma é igual à que fez escola no Ministério da Agricultura, quando se tratou de sanear dirigentes e técnicos que chamaram a atenção para as asneiras que o Sr. Silva (Jaime) andou a fazer nos últimos 4 anos. A única diferença foi que a repercussão mediática do primeiro caso foi muito maior.
Agora o Sr. Pinto de Sousa já começou a jurar inocência, que não tem nada a ver com o assunto, etc. O trabalho sujo foi feito pelos camaradas socialistas espanhóis do grupo PRISA.
É também significativo que o referido Sousa se tenha recusado a debater a política agrícola com Paulo Portas, realmente discutir política de Terra Queimada não deve ser agradável!

domingo, 30 de agosto de 2009

Fundos desperdiçados

Segundo o deputado europeu Ribeiro e Castro devido aos senhores Pinto de Sousa e Silva(Jaime) já perdemos 600 milhões de euros e tudo indica que se vá perder, em breve outro tanto!
E não são apenas fundos que exigem contrapartidas do orçamento nacional, mas também aqueles que são totalmente suportados pelo orçamento da UE!
Tudo indica que a "Grande Conquista" da política agrícola SOCRETINA foi desperdiçar 1,2 mil milhões de euros, que tanta falta fazem para estimular um sector há muito tempo em crise e que agora sofre o impacto da actual recessão.
A isto tudo, que não é nada pouco, há a juntar nos próximos anos as correcções financeiras que a UE nos começou já a aplicar e que somarão muito milhões, devido ao citado Silva ter desmantelado imprudentemente o Sistema Integrado de Gestão e Controlo das ajudas comunitárias.
O próximo ministro da agricultura vai ter que ser alguém de muita coragem!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Contribuinte líquido?

Levando em conta a falta de investimento na agricultura dos últimos 4 anos, com a consequência de muitos milhões "voltarem" para Bruxelas, será que Portugal já é um contribuinte líquido da PAC?

Fim da agricultura?

Se a actual política agrícola tiver continuidade poderemos ter a certeza que a agricultura e a ocupação do território no interior do País vão acabar ainda antes de 2013.
O que se está a passar com os produtores de leite é bastante significativo, correndo-se um sério risco de metade dos produtores de leite irem à falência até ao fim do corrente ano.
Depois de ter acabado com as ajudas ao desenvolvimento rural, o Sr. Silva(Jaime) vai-nos brindar a breve prazo com correcções financeiras de muitos milhões de contos, devido aos disparates que andou a fazer nestes últimos 4 anos que poderão levar à suspensão dos pagamentos do Regime de Pagamento Único.

domingo, 9 de agosto de 2009

Agricultura para totós urbanos

Um estudo recentemente publicado vem mais uma vez confirmar que não existem diferenças significativas, a nível nutricional, entre produtos produzidos por métodos biológicos e os produzidos por métodos convencionais.
Se não fosse assim não seriam necessários processos de certificação para garantir que um produto é biológico.
Daqui se conclui que é um perfeito disparate pagar substancialmente mais por tais produtos, além de serem questionáveis os generosos subsídios que este tipo de agricultura recebe da UE.
A agricultura biológica não passa de uma combinação de charlatanice e de vigarice para totós urbanos aliviarem os seus complexos de culpa em relação ao ambiente e a um mundo rural ideal que só existe na sua imaginação.